...pensar, quase indistintamente, numa ou em duas línguas europeias, ser depois perguntado e respondido numa terceira língua oriental e, de seguida, regressada a resposta, voltar a perguntar (ou será pensar?) numa dessas duas primeiras línguas...e, com todos os descontos e diferenças entre a mensagem que vai e chega ao destino e a que vem de volta, tudo apesar disso até que parece funcionar! Não há como não admirar isto!
Terça-feira, 17 de Janeiro de 2012
Subscrever:
Enviar comentários (Atom)

0 comentários:
Enviar um comentário